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13 Reasons Why Season 1 (13 บันทึกลับหัวใจสลาย)
Ilvermorny Thai
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Fri Jul 07, 2017 6:06 am
Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy Very Happy


just like animals
So if I run, it's not enough, you're still in my head, forever stuck, so you can do what you wanna do, I love your lies, I'll eat 'em up but don't deny the animal that comes alive when I'm inside you.
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Thu Jul 13, 2017 6:23 am
Once I rose above the noise and confusion.


Viver uma vida que não é sua pode parecer tentador, gerar fascínio, mas possui suas desvantagens. Como no caso da caçadora, que em uma das poucas vezes que fizera isso, no baile de máscaras em Caladmiron.. bom, quase que acabou por conhecer pessoalmente os deuses de seu povo. E agora ela tinha a mesma sensação, não a de estar frente a frente com a morte, mas de viver uma vida que não era a sua, a qual ela não se encaixava e demoraria a se acostumar. Recusara por muitas e muitas vezes aceitar aquele papel ao qual não queria encenar, não saberia sustentar por muito mais tempo que o devido. Não faria uma personagem tão perfeita quanto o de uma princesa. Ainda tentava se esquivar dos protestos de Addison. Ao menos o papel de garota mimada se encaixava em suas atitudes. Mas jamais se atreveria a deixar de ser ela mesma, a caçadora, a encrenqueira do reino, isso jamais. Era algo marcado em sua alma, entalhado em sua pele como uma cicatriz.

A que se devia o papel de princesa? Era mais do que certo que não fazia parte de seu mundo, não estava em seu sangue. Mais do que qualquer um gostaria de admitir, bradava aos quatro ventos que era uma bastarda, arredia quanto a idéia de se portar como uma nobre. Jamais seria. E foi assim, que após uma aula fracassada de montaria – ao qual era contra, mas sabia da necessidade de possuir tal aptidão. Enfureceu-se ao saber que teria de encontrar Addison ao final de seu tempo do lado de fora do castelo. Por incrível que pareça, a mulher por quem apenas chamara de mãe por anos, agora não lhe parecia mais do que uma simples estranha.

Não voltaria a se afogar no mar de mentiras montados pela duquesa. Ainda com as mesmas vestes as quais trajava para as malditas aulas de equitação, adentrou o castelo por ela já conhecido de outros momentos e resgatou seu arco de madeira, seu velho companheiro. Passou por um dos ombros a alça de couro da aljava com suas flechas. Em um canto do cômodo que agora fazia morada e chamava por quarto, estava perfeitamente acomodado sobre uma das poltronas o vestido que deveria usar para quando fosse de encontro de sua ex-mãe. Um sorriso de puro escárnio delineou-se nos lábios avermelhados da caçadora, que logo se pôs a caminhar para o mais distante de sua nova prisão, encaminhando-se para sua tão amada e acolhedora floresta.

Não foi das tarefas mais fáceis se esquivar das perguntas e questionamentos do servo de sua mãe ou um ou outro guarda do castelo. Mas somente o saber do aborrecimento que causaria no dia de Addison já lhe valia os olhares de desaprovação que recebia. Não era a sua vida e não queria qualquer compromisso em tornar-se parte daquele cenário que por anos repudiou presenciar. Havia sido salva por Magnus naquela floresta e era dele o sobrenome que carregava, sendo para sempre uma Von Halisha. Era assim que havia sido criada e assim morreria.

Os Thorah haviam sido seus irmãos por anos, mas irmãos de consideração, jamais imaginou partilhar do mesmo sangue. Estava se mostrando menos incompreensível do que havia sido durante toda a sua vida. Uma vida que também não lhe parecia pertencer, já que não havia uma gota de Von Halisha lhe correndo pelas veias. E tal constatação levava a ruiva ao delírio de seus pensamentos tempestuosos e de pura fúria. Deixando transparecer a arrogância que não pensou ser capaz de dominar. Estava se tornando mais parecida com uma princesa mimada do que gostaria. Parecia não estar tão longe assim de suas raízes reais.

(. . .)

Nada lhe trazia mais paz do que estar só. Não que estivesse literalmente só, havia a magia que serpenteava por entre as árvores da floresta do reino e isso lhe transportava a outra vida. Não havia contado o tempo desde que adentrara aquele emaranhado de vida que se cruzavam entre as árvores e as muitas trilhas. A floresta perfeitamente composta por vida e que ela não tinha a intenção de dar fim, não naquele momento. O arco em sua mão direita era carregado como se nada pesasse, acomodado entre seus dedos e junto de seu corpo, que se movia com cautela a cada passo. Não estava com a mínima indução a abater algum animal, queria apenas se pôr a passos distante do enorme castelo e nada melhor do que a floresta para atender a esse propósito.  

Uma revoada de pássaros lhe chamou atenção, atiçando a curiosidade quase sempre em alta da caçadora. Os passos trilhados eram do lado contrário ao que os pássaros haviam batido em retirada, indo de encontro ao local onde residia o motivo de sua fuga. Mas o corpo se retesou ao escutar vozes soarem altivas não muito longe de onde ela estava. Os olhos quase esverdeados focaram-se em um único ponto, onde uma agitação se formava. Foi capaz de captar a diferença durante a aproximação, parecia ser mais de uma pessoa e não era transmitida serenidade entre os presentes. Ao que tudo indicava, era uma situação de perigo e uma jovem donzela se colocava em risco.

Anakin tateou as costas rapidamente em busca de uma flecha, enquanto o arco já era erguido, prontamente acomodado. Buscava uma localização privilegiada, onde não fosse detectada com facilidade sua posição. Seus dedos foram com rapidez de encontro às flechas no interior da aljava que a caçadora carregava nas costas. O peso do material era quase nulo e permitia grande rapidez em suas ações. O silêncio era mais do que primordial para o sucesso de sua investida. Deslizou os dedos delicadamente pela madeira do arco até os encaixar de modo firme.

Seus pés encontravam-se bem alinhados no chão e sua postura estava ereta. Ela sorriu confiante enquanto observava o desenrolar da cena a sua frente. Deveria entender o que se passava no local antes de agir, sua impulsividade já havia lhe colocado em situações irremediáveis. Sua mão esquerda puxou a corda juntamente da flecha que já estava perfeitamente encaixada. Perto demais de sua bochecha, quase como uma caricia. Obtinha o perfeito controle dos seus movimentos, o que lhe permitia concentrar-se totalmente no alvo sem se distrair. Seus dedos acariciaram a parte de trás da flecha a qual eles tocavam junto à corda. Do seu ponto de vista o tiro seria certeiro sem qualquer chance de escapatória por parte do homem.

Não atreva a mover-se um centímetro sequer e se afaste dela. — Rosnou entre os dentes, com mais coragem do que deveria aparentar, mas com a gana de quem não deixaria mal algum acontecer com a jovem. — Agora! — O tom de voz não se alterou ao ser proferida a ordem, mas a firmeza imposta lhe fazia mais nervosa e cautelosa do que jamais fora. E a calmaria dele atormentava sua paz de espírito, era algo que não sabia decifrar ser verdadeiro ou apenas uma armadilha para entrelaçar a outra jovem nas artimanhas de suas intenções. A mira da flecha não desviava o alvo em questão, Anakin somente respirava lentamente, pronta para agir em um impulso se preciso fosse. Não se atrevia a desviar o olhar para a vítima daquele encontro, mas percebia que a moça ao lado tentava assimilar o que acontecia à sua volta. O foco principal da ruiva era o homem próximo a garota e qualquer movimentação brusca que ele pudesse fazer.

There'll be peace when you are done. Lay your weary head to rest, don't you cry no more.


just like animals
So if I run, it's not enough, you're still in my head, forever stuck, so you can do what you wanna do, I love your lies, I'll eat 'em up but don't deny the animal that comes alive when I'm inside you.
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